Nunca mencionei aqui, mas sofro de enxaqueca desde criança.
Por conta disso já ouvi milhares de absurdas dicas para melhorar das dores que me impediam por muitas vezes de estudar, brincar, sair, beber, namorar.....
Depois de quase 15 anos de enxaqueca, aprendi a ignorar solenemente quase tudo o que ouço e passei a me guiar pelas experiências das minhas muitas crises.
Funciona assim:
- Batata não melhora dor, o cheiro é ruim e fica meio nojento na cabeça. Enrole gelo numa toalha e coloque sobre a testa. Dirliça!
-Dormir demais, para as belas com enxaqueca, é furada! Dor na certa!
- Evitar doces, por mais torturante que possa parecer, ainda é melhor do que ter que fazer Neosaldina de MM.
- Café é vilão, por incrível que pareça, mas disso eu não me conformo e to andando pra essa informação.
- Sol, é perigoso. A claridade deve vir sempre acompanhada de óculos.
- Prova é perigoso demais! Stress, ansiedade e afins são amigos da enxaqueca. Juro, não é frescura! Reprovei 3 vezes Química na faculdade porque toda véspera de prova eu morria de dor na muringa! Era só abrir o livro e ela começava.
Enfim, todo esse post educativo veio porque descobri um site que me disse exatamente isso tudo só que escrito por um moço muito bem qualificado. Ainda por cima, descobri que sol é bom, e sol bom é o de meio dia. Deu um nó nos meus conceitos, mas faz sentido. E a vitamina D, a do sol, é boa para as vítimas dessa algoz cerebral.
Mudando totalmete o rumo da prosa, estava aqui agora a pouco pensando no movimento crescente de perseguições.
Antes foi o açúcar, comer açúcar era um crime! Se você pedia algo com açúcar, mesmo que um cafézinho ínfimo, era fuzilado com olhares de quem usa adoçante. Me viciei em adoçante nessa e me pego, por vezes, questionando quão tóxico isso deve ser no fim das contas.
Depois foi o coitado do sol. O sol virou vilão. A gente vive lambusada de coisas para bloquear o sol, e o Doutor do site citado, fala exatamente sobre isso. Bloqueamos tanto que ficamos doentes pela falta dele. Não tem meio termo na condenação do povo. É bom ou é ruim. Mas e a equivalência.......e o " O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima".........ops filosofei. Dois lados da mesma moeda. Faz mal, mas pode fazer bem. Logo não é mau!
Agora cansaram de perseguir quem come açúcar e perseguem quem fuma de um jeito brutal. Faz mal para a saúde, mas deixa as pessoas satisfeitas. Logo, algum bem há de fazer... Mas a onda é ser oito ou oitenta.
Ouvi dizer que no caminho pro futuro vão sobretaxar as comidas gordurosas. Aí começa tudo outra vez. Vão acabar com as gorduras e avamos morrer por carência de nutrientes.
Viramos um "rec & play" do que a TV diz e achamos que somos os Deuses da vida saudável. Vivemos nadando em comprimidos para tudo, mas somos saudáveis porque não comemos açúcar, nem tomamos sol, não fumamos, não comemos carboidratos, nem proteína animal, nem agrotóxicos(AHÃ!!)......
Sinceramente, não uso protetor solar e não vou usar porque é melequento, pegajoso e fedorento. Não gosto de açúcar porque não sei dosar e o adoçante é mais fácil, sou assim e ponto. Gosto de fumaça e de cerveja e de gordura! Não vivo torrando, não bebo com frequência e minha dieta é bem bonita de ver. Saladinhas povoam, mas quando dá vontade mando pra dentro uma crostinha de picanha.
Ando pensando assim:
Mamãe fez dieta até o dia em que morreu do coração. Meu pai nunca fez dieta e morreu gordinho num acidente. Entendem? De nada adianta no fim das contas se desesperar porque o destino é inexorável.
Não vou me torturar mais do que o mínimo para acompanhar os delírios da mídia que adora botar medo na gente.
Pronto,desabafei:P
PS: Eu, sei, já fui mais divertida! Mas esse fim de sexta-feira no trabalho me deixou muito pensativa, quis dividir. Desculpaê.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Hare baba!
Ontem, enquanto relembrava os fatos mais "peculiares" que se passaram em minha vidinha e contava as derrotas para o meu irmão (que agora é adultinho e pode ouvir baixarias sem ficar arregalado e me achar um péssimo exemplo) me lembrei de um caso muito interessante.
O curioso caso se deu em junho, na minha última semana no emprego antigo, quando numa sexta-feira, resolvi ir ao aniversário da melhor amiga com o vestido de bolinhas amarelas.
O vestido tomara-que-caia, modelo pinup, não é exatamente a roupa com a qual se deve ser vista no escritório, logo, bolei um plano para sair do ambiente formal sem ser vista ( o que se torna MUITO difícil dentro de um vestido tomara-que-caia preto de bolas amarelas-bolinhas era licença poética-). O plano era basicamente ir ao andar das salas de reunião, me trocar no banheiro de lá e deixar a moça da limpeza de guarda no corredor para me avisar caso houvesse alguém no meu caminho para a liberdade.
Tudo combinado, sigo serelepe e saltitante para o banheiro feminino e quando abro a porta me deparo com a cena mais inusitada "ever".
Um indiano, soltando um barrão no banheiro feminino!!!!!!!!!
Fechei a porta, segurei o riso por um curto espaço de tempo e quando quase rolava de rir, o infeliz saiu do banheiro verde de tão sem graça e me manda,em inglês, a seguinte explicação:
- Não sei ler em português e não sabia que era banheiro feminino!
Mais risos, porque, no banheiro não tinha nada escrito na porta.
Enfim, tive que me contentar em me trocar em outro banheiro, porque sinceramente não inspirou nenhuma confiança aquele ambiente pós-barro-hindu.
Consegui sair do escritório numa manobra 007, cheguei impecável à festa com o vestido de bolas amarelas, mas o indiano nunca sairá das minhas lembranças.
O curioso caso se deu em junho, na minha última semana no emprego antigo, quando numa sexta-feira, resolvi ir ao aniversário da melhor amiga com o vestido de bolinhas amarelas.
O vestido tomara-que-caia, modelo pinup, não é exatamente a roupa com a qual se deve ser vista no escritório, logo, bolei um plano para sair do ambiente formal sem ser vista ( o que se torna MUITO difícil dentro de um vestido tomara-que-caia preto de bolas amarelas-bolinhas era licença poética-). O plano era basicamente ir ao andar das salas de reunião, me trocar no banheiro de lá e deixar a moça da limpeza de guarda no corredor para me avisar caso houvesse alguém no meu caminho para a liberdade.
Tudo combinado, sigo serelepe e saltitante para o banheiro feminino e quando abro a porta me deparo com a cena mais inusitada "ever".
Um indiano, soltando um barrão no banheiro feminino!!!!!!!!!
Fechei a porta, segurei o riso por um curto espaço de tempo e quando quase rolava de rir, o infeliz saiu do banheiro verde de tão sem graça e me manda,em inglês, a seguinte explicação:
- Não sei ler em português e não sabia que era banheiro feminino!
Mais risos, porque, no banheiro não tinha nada escrito na porta.
Enfim, tive que me contentar em me trocar em outro banheiro, porque sinceramente não inspirou nenhuma confiança aquele ambiente pós-barro-hindu.
Consegui sair do escritório numa manobra 007, cheguei impecável à festa com o vestido de bolas amarelas, mas o indiano nunca sairá das minhas lembranças.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Linzer-o-quê?

Confiança demais é um perigo....
Resolvi fazer uma linzertort( depois de muito treinar consegui parar de me enrolar com o nome da torta!) para agradar as visitas, fui toda boba para a cozinha e na empolgação esqueci o açúcar da massa!
Vergonha.....vergonha...vergonha......
Bem feito pra tiazona aqui aprender a não fazer propaganda!
Mas que é bom é! E quando acerto a receita fica um espetááááculo!
*Com sorvete de creme em cima é simplesmente tudo de bom!
Seguinte ó:
- Massa:
- 1 pitada de sal
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- ½ colher (chá) de essência de baunilha
- 2 ovos
- 1 colher (café) de raspas de limão
- 150 g de manteiga
- 200 g de açúcar
- 125 g de amêndoas em pó
- 450 g de farinha de trigo
- Recheio:
- geléia de framboesa
Seguindo a receita não tem erro!
No bistrô dentro do paço imperial tem uma dessas divina! Se bater curiosidade mas a preguiça for grande já têm indicado o caminho para a iguaria Austríaca em questão!
sábado, 19 de setembro de 2009
Tudo em ordem!
Reforma é um pesadelo!
Principalmente para uma mulher. E não por aquela balela de sexo frágil, mas porque o sexo azarado aqui tem que cuidar do trabalho sujo (no meu caso do limpo também!). Poeira, tinta, pegadas de pedreiros por todos os lados, massa corrida grudada em tudo.....
Faz uns 2 meses a Rose red passou por um extreme make over e ficou amarelinha. Ficou parecendo casa de boneca, me empolguei na reforma e enfeitei a varanda com toda a minha coleção de móbiles e de pinduricalhos vindos da feira de são cristóvão com direito a uma rede nova para me refestelar nas noites quentes de campusca.
Mas voltando à vaca fria, penei para comprar as tintas. Nunca na vida de minhas retinas tão fatigadas vi tantas latas diferentes e tão caras. Demorei umas 4 horas para comprar tudo o que precisava e ainda assim o pintor errou no cálculo e me fez gastar uma grana a mais( já aprendi que em termos de reforma isso SEMPRE vai acontecer).
A cereja do meu bolo foi a parede roxa. Sim, a famosa parede roxa (que me custou R$20, uma semana, uma dor nas costas infernal e um relacionamento amoroso) foi pro saco. O meu querido pintor na dúvida de que raio de cor era aquela, resolveu ser proativo e comprou uma tinta ROSA. Para minha sorte e dele também eu tive uma folga no dia em que ele iria assinar em rosa seu atestado de óbito e consegui transformar aquela cor horrenda em um roxo que nem de longe lembra o meu. Ainda não consigo gostar da parede, mas to me acostumando com aquele roxo pálido que mora no meu quarto agora.
Confesso que nunca me imaginei metida nessas coisas de reforma, mas até que estou aprendendo direitinho.
Segunda é dia de comprar material para a reforma do telhado que começa na terça. Ando me pelando de medo de uma chuva de verão me fazer morar num aquário. O veredito do especialista foi bom, disse que só preciso de alguns ajustes e vai ficar tudo bem. Mas vou morrer numa grana forte. Quem foi que disse que casa própria é sinônimo de estabilidade?
No fundo no fundo, tô orgulhosa. Vejo a casa bonitinha, com tudo no lugar, do jeito que a casa de uma família deve ser e sinto muito orgulho de ter feito sozinha. Parece bobagem, mas eu cheguei a pensar muitas e muitas vezes que não conseguiria manter essa casa como um "lar" e eu consegui.
Existe vida na Rose Red e uma vida bem feliz por incrível que possa parecer.
Principalmente para uma mulher. E não por aquela balela de sexo frágil, mas porque o sexo azarado aqui tem que cuidar do trabalho sujo (no meu caso do limpo também!). Poeira, tinta, pegadas de pedreiros por todos os lados, massa corrida grudada em tudo.....
Faz uns 2 meses a Rose red passou por um extreme make over e ficou amarelinha. Ficou parecendo casa de boneca, me empolguei na reforma e enfeitei a varanda com toda a minha coleção de móbiles e de pinduricalhos vindos da feira de são cristóvão com direito a uma rede nova para me refestelar nas noites quentes de campusca.
Mas voltando à vaca fria, penei para comprar as tintas. Nunca na vida de minhas retinas tão fatigadas vi tantas latas diferentes e tão caras. Demorei umas 4 horas para comprar tudo o que precisava e ainda assim o pintor errou no cálculo e me fez gastar uma grana a mais( já aprendi que em termos de reforma isso SEMPRE vai acontecer).
A cereja do meu bolo foi a parede roxa. Sim, a famosa parede roxa (que me custou R$20, uma semana, uma dor nas costas infernal e um relacionamento amoroso) foi pro saco. O meu querido pintor na dúvida de que raio de cor era aquela, resolveu ser proativo e comprou uma tinta ROSA. Para minha sorte e dele também eu tive uma folga no dia em que ele iria assinar em rosa seu atestado de óbito e consegui transformar aquela cor horrenda em um roxo que nem de longe lembra o meu. Ainda não consigo gostar da parede, mas to me acostumando com aquele roxo pálido que mora no meu quarto agora.
Confesso que nunca me imaginei metida nessas coisas de reforma, mas até que estou aprendendo direitinho.
Segunda é dia de comprar material para a reforma do telhado que começa na terça. Ando me pelando de medo de uma chuva de verão me fazer morar num aquário. O veredito do especialista foi bom, disse que só preciso de alguns ajustes e vai ficar tudo bem. Mas vou morrer numa grana forte. Quem foi que disse que casa própria é sinônimo de estabilidade?
No fundo no fundo, tô orgulhosa. Vejo a casa bonitinha, com tudo no lugar, do jeito que a casa de uma família deve ser e sinto muito orgulho de ter feito sozinha. Parece bobagem, mas eu cheguei a pensar muitas e muitas vezes que não conseguiria manter essa casa como um "lar" e eu consegui.
Existe vida na Rose Red e uma vida bem feliz por incrível que possa parecer.
Sou eu ou é o mundo?
Ontem, enquanto curtia uma viagem de duas(!!) horas ao centro da cidade me peguei com vontade de socar um ser que se sentou ao meu lado e se esparramou todo na cadeira me espremendo contra a parede do ônibus. Fiquei a viagem inteira pensando em quantas coisas irritantes eu ando tendo que aturar de gente que eu nem conheço.
Celular com auto-falante(inventado por um ser que não tem mãe!) esguelando funk ás 9 da noite dentro de um ônibus que custa um absurdo e sempre está cheio de gente caindo pelas tabelas depois de um dia de trabalho, folgados que resolvem não controlar o sono e dormir no seu ombro, pessoas que não aprenderam ainda a andar em ruas movimentadas e vivem a passear ziguezagueando pelas calçadas, pessoas que resolvem parar no meio do caminho para bater papo, gente que enche o carrinho e resolve pedir a cobertura do preço do encarte do outro mercado ás 10 da noite.....
Cheguei á conclusão de que detesto celular do fundo do meu coração e é por isso que ninguém mais consegue ligar para o meu. Não tenho mais um celular e me sinto ótima com isso!
Tem coisa pior do que aquela pessoinha bacana que saca um celular dentro do ônibus e fica a viagem inteira falando bobagem com uma pobre vítima do "viajante entediado"?
Pensando todas essas coisas cheguei a me achar bastante intolerante. Mas a grande verdade é que vivemos dentro de um mar de egoísmo, chegamos ao ponto de os egoísmos se chocarem e a revolta toda é porque o egoísmo das outras pessoas bate de frente ao meu próprio egoísmo.
Lógico que todo mundo poderia se importar um pouquinho que fosse em não ser incômodo ao próximo, pelo menos aí eu acho que tenho feito a minha parte.
Todo esse desabafo é porque caiu a ficha de que faço parte da humanidade, sou grandinha, tudo em volta me afeta diretamente ou indiretamente e não tenho mais os braços do papai pra me defender.
Post mal-humorado, eu sei! Desculpem!
Celular com auto-falante(inventado por um ser que não tem mãe!) esguelando funk ás 9 da noite dentro de um ônibus que custa um absurdo e sempre está cheio de gente caindo pelas tabelas depois de um dia de trabalho, folgados que resolvem não controlar o sono e dormir no seu ombro, pessoas que não aprenderam ainda a andar em ruas movimentadas e vivem a passear ziguezagueando pelas calçadas, pessoas que resolvem parar no meio do caminho para bater papo, gente que enche o carrinho e resolve pedir a cobertura do preço do encarte do outro mercado ás 10 da noite.....
Cheguei á conclusão de que detesto celular do fundo do meu coração e é por isso que ninguém mais consegue ligar para o meu. Não tenho mais um celular e me sinto ótima com isso!
Tem coisa pior do que aquela pessoinha bacana que saca um celular dentro do ônibus e fica a viagem inteira falando bobagem com uma pobre vítima do "viajante entediado"?
Pensando todas essas coisas cheguei a me achar bastante intolerante. Mas a grande verdade é que vivemos dentro de um mar de egoísmo, chegamos ao ponto de os egoísmos se chocarem e a revolta toda é porque o egoísmo das outras pessoas bate de frente ao meu próprio egoísmo.
Lógico que todo mundo poderia se importar um pouquinho que fosse em não ser incômodo ao próximo, pelo menos aí eu acho que tenho feito a minha parte.
Todo esse desabafo é porque caiu a ficha de que faço parte da humanidade, sou grandinha, tudo em volta me afeta diretamente ou indiretamente e não tenho mais os braços do papai pra me defender.
Post mal-humorado, eu sei! Desculpem!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Da suína ao salmão....e a semana está salva!

Comecei a semana, esperando uma sofrível última semana de aviso prévio no trabalho, com uma gripezinha que era para dar aquele toque de ironia do destino a minha novela.
Na terça era um farrapo humano na fila quilométrica do hospital que embora particular mais parecia posto do SUS, com gente saindo pelo ladrão, foram 6 horas rezando para ter a tal suína porque se não fosse eu certamente sairia daquele lugar com alguma coisa beeeeeem pior!
Em meio a toda aquela tosse, o doente mal educado que dizia estar morrendo mas tinha força o suficiente para tentar esmurrar o segurança enquanto gritava que estava com gripe suína.
Good news, não era suína. Bad news, sinusite cascuda bombando aqui nesse rostinho redondo que papai do céu me deu e um balde de comprimidos todos os dias para eu conseguir erguer a carinha barroca sem chorar de dor!
Triste mesmo, é que acostumada com a minha rotina workaholic achei um tédio ficar em casa a semana toda de molho e me enfiei na cozinha(dieta, salut!). Saíram um belo bolo de nozes que lembra bem de longe o da colombo e ponto alto: o salmão!
Enquanto rodava o bairro inteiro atrás de um tylenol sinus acabei parando no mercado de peixes e me aproveitei do olhar de fome do peixeiro para o meu decote(que nem era tão generoso assim!) para descolar as melhores postas do salmão fresco.
Nunca tinha levado vantagem do fato de ser mulher. Tive duas oportunidades seguidas de me aproveitar das minhas curvas (piada com as minhas formas avantajadas nesse mo
mento!) e confesso que não resisti em usar o Marylin Power. Devo confessar que apesar de não ser nada lisonjeiro é muito útil quando está chovendo e só tem um taxi no ponto do supermercado!Voltando ao salmão. Orgulho nas alturas depois de ver a assadeira linda com as postas assadas e com os tomates em cima do peixe que cheirava maravilhosamente.
Maior ainda o orgulho depois de conseguir lavar a assadeira que ficou bizonha com uma crosta de gordura de peixe grudada que dava medo só de olhar.
Tirando o fato de que eu cheiro a peixe, a cozinha cheira a peixe, a casa cheira a peixe....tudo cheira a peixe,o saldo do jantar foi positivo e minha habilidade culinária junto com a habilidade higienizadora estão tinindo!!
Estou numa fase tão auto-confiante, que nem o fato de estar oficialmente desempregada no meio de uma crise global está me atingindo ainda, talvez seja só eu fugindo da realidade....
Já dizia Scarlet: amanhã penso nisso, na pior das hipóteses volto para Tara e nunca mais passarei fome outra vez. Até porque, agora eu sei cozinhar muito bem!
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